Um pouco sobre a Síndrome

Palestra Sindrome de Asperger_Angela
………………………………………………………………………………….
………………………….

A chamada síndrome de Asperger, transtorno de Asperger ou desordem de Asperger, é uma síndrome do espectro autista, diferenciando-se do autismo clássico por não comportar nenhum atraso ou retardo global no desenvolvimento cognitivo ou da linguagem do indivíduo, porém pode estar associado a TDAH, síndrome de Tourette e mais raramente a epilepsia e síndrome do X Frágil (autistas que falam).

A SA (síndrome de Asperger) é mais comum no sexo masculino. Quando adultos, muitos podem viver de forma comum como qualquer outra pessoa que não possui a síndrome. O termo “síndrome de Asperger” foi utilizado pela primeira vez por Lorna Wing em 1981 num jornal médico, que pretendia desta forma homenagear Hans Asperger, um psiquiatra e pediatra austríaco cujo trabalho não foi reconhecido internacionalmente até a década de 1990. A síndrome foi reconhecida pela primeira vez no Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais, na sua quarta edição, em 1994.

Alguns sintomas desta síndrome são: dificuldade de interação social, falta de empatia, interpretação muito literal da linguagem, dificuldade com mudanças, perseveração em comportamentos estereotipados. No entanto, isso pode ser conciliado com desenvolvimento cognitivo normal ou alto.
Alguns estudiosos afirmam que grandes personalidades da História possuíam fortes traços da síndrome de Asperger como os físicos: Isaac Newton e Albert Einstein, o compositor Mozart, os filósofos Sócrates e Wittgenstein, o naturalista Charles Darwin, o pintor renascentista Michelangelo, os cineastas Stanley Kubrick e Andy Warhol e o enxadrista Bobby Fischer, além de autores de diversas obras literárias, como no caso de Mark Haddon.

A Síndrome de Asperger se relaciona com o transtorno de Asperger definido na seção 299.80 do DSM-IV por seis critérios principais, que definem a síndrome como uma condição com as seguintes características:
a) Prejuízo severo e persistente na interação social;
b) Desenvolvimento de padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades;
c) Prejuízo clinicamente significativo nas áreas social, ocupacional ou outras áreas importantes de funcionamento;
d) Nenhum atraso significativo no desenvolvimento da linguagem;
e) Não há atrasos clinicamente significativos no desenvolvimento cognitivo ou no desenvolvimento de habilidades de auto-ajuda apropriadas à idade, comportamento adaptativo (em outra área que não na interação social) e curiosidade acerca do ambiente na infância.
f) A não-satisfação dos critérios para qualquer outro transtorno invasivo do desenvolvimento específico ou esquizofrenia.

Fonte:
Para saber mais participe da Palestra no dia 1° de agosto.
Local: Hotel Glória – Blumenau – SC
Para maiores informações entrar em contato pelo e-mail: angelacanellas@gmail.com / 47 84111299

Julho 7, 2009 at 4:17 am Publicar um comentário


Categorias

  • Amigos

  • Blogroll

  • Feeds


    Seguir

    Get every new post delivered to your Inbox.